Cirurgia minimamente invasiva trata problemas de coluna


Quem nunca reclamou de dor nas costas? O problema incomoda milhares de brasileiros e é a maior causa de afastamento do trabalho. Quando o uso de medicamentos, a realização de sessões de fisioterapia e certas atividades físicas não surtem efeito, a cirurgia minimamente invasiva ou cirurgia endoscópica é uma opção de tratamento.

Segundo dados do ranking de auxílios-doença concedidos pelo INSS, a dor nas costas é a doença que mais afasta trabalhadores no Brasil por mais de 15 dias. No país, a dor nessa região do corpo é considerada doença crônica comum, atingindo em média 36% da população, segundo dados da Escola Nacional de Saúde Pública.

E são só os brasileiros que sofrem com a enfermidade. A Organização Mundial de Saúde estima que 80% da população do mundo terá, ao menos, um episódio de dor nas costas durante a vida. Entre as doenças mais comuns estão a hérnia de disco, lombalgia e degeneração discal. A cirurgia minimamente invasiva é menos agressiva e tem menor risco de complicações cirúrgicas.


Para que tipo de doença essas técnicas são indicadas?

A princípio todas as doenças podem ser tratadas de forma minimamente invasiva. Mas, os exemplos mais comuns são hérnia de disco, espondilolistese, estenose de canal, deformidades do adulto, degeneração discal (desgaste do disco), fraturas e alguns tumores. A indicação de tratamento cirúrgico é feita pelo médico apenas quando ocorre falha no tratamento conservador.

Quais as vantagens da cirurgia minimamente invasiva?

Além de um corte menor, o que causa menos sangramento, esse tipo de cirurgia também reduz a dor no pós-operatório e colabora para que o paciente tenha uma recuperação mais rápida comparada com a cirurgia tradicional. Pacientes idosos e obesos também são beneficiados por esta técnica, justamente pelo fato de ser menos agressiva. De forma geral, a cirurgia minimamente invasiva proporciona um retorno mais rápido às atividades habituais e profissionais.


Cirurgia endoscópica X Cirurgia convencional

A cirurgia minimamente invasiva utiliza materiais precisos e aparelhos assistidos por computador, fibras ópticas e microscópios para o tratamento seguro e eficaz da dor do paciente com problemas na coluna. No procedimento minimamente invasivo de artrodese, assim como nas cirurgias convencionais, também se utiliza parafusos, hastes e espaçadores com objetivo de fixar as vértebras.

Porém, a grande diferença é que estes implantes são colocados através de sistemas especiais de acesso cirúrgico que dispensam grandes cortes e o descolamento muscular, tendo incisões de apenas 2 a 5 centímetros. Consequentemente, além do aspecto estético, a musculatura é menos lesionada, pois essas ferramentas permitem que se chegue à coluna por caminhos naturais, existentes entre os músculos, evitando cortes ou descolamento muscular além do necessário.

Dentre as técnicas utilizadas, as mais famosas são as cirurgias de acesso lateral ou anterior, que provocam menor lesão tecidual.

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