Dores crônicas: entenda as causas e como tratar esse tipo de doença

Cerca de 37% da população já teve ou apresentará ainda algum tipo de dor crônica durante a vida. Se identificou? Você não é o único. Isso que equivale a 4 em cada 10 pessoas, segundo estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED), em parceria com outras entidades.

As dores de cabeças e nas costas lideram o ranking e correspondem a maioria das dores crônicas. 75% das pessoas também irão experimentar ao menos uma vez na vida um "travamento" na coluna lombar, enquanto cerca de 38% irão desenvolver algum tipo de dor na coluna. Abaixo você confere mais sobre quando essas doenças se tornam crônicas e quais tipos de tratamentos podem ser realizados.

Quando a dor de cabeça se torna crônica?

Dados apontam que a dor de cabeça é a principal doença crônica que mais atinge os brasileiros. Dores de cabeça frequentes são nomeadas como cefaleias crônicas diárias. A dor de cabeça se torna crônica quando a pessoa tem cefaleia no mínimo 15 dias por mês e esse quadro se estende a pelo menos três meses. As cefaleias crônicas mais comuns são a cefaleia tensional crônica e, principalmente, a enxaqueca crônica. Segundo um levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Cefaleia cerca de 13 milhões de brasileiros apresentam dores de cabeça diariamente e acabam se automedicando e agravando a situação.

Como tratar dor de cabeça crônica?

A doença deve ser tratada com medicações preventivas, que quando receitada por médico devem ser tomadas diariamente evitando que as dores apareçam com frequência e tão fortes. Cada caso é único, por isso, a orientação médica é fundamental. A automedicação pode, inclusive, agravar o problema. Além de remédios, o tratamento pode ser associado à mudança na alimentação e à prática de exercícios físicos, medidas que colaboram para melhora do quadro.

E no caso da coluna?

Assim como as cefaleias, as dores nas costas estão relacionadas à diversos fatores, como envelhecimento natural, estresse, sobrepeso e tabagismo. A dor por si só pode ser também um sintoma, por exemplo, de problemas ginecológicos, renais ou de outras patologias relacionadas à dores crônicas. Diferente das dores agudas, esse tipo de incômodo dura mais de três meses e não desaparece sem que a pessoa passe por um tratamento adequado.

Mas, então como ficar livre das dores crônicas?

Sentir dor não é normal. Quando se torna crônica, esse tipo de dor passa ser doença porque perde a finalidade de alerta ao organismo e a dor crônica pode produzir ainda incapacidade física, alteração psicológica e social. Os principais tratamentos para qualquer tipo de dor baseiam-se em:

- Exercícios físicos com orientação: a prática de atividades é um dos melhores remédios para as dores. A liberação de endorfinas e a movimentação articular e óssea geram no cérebro um efeito analgésico.

- Medicamentos: são utilizados remédios em alguns casos de dor, sendo que cada doença apresenta tipos de tratamentos com medicamentos específicos que devem ser avaliados pelo médico. A automedicação, bem como o uso prolongado, podem causar piora da dor crônica.

- Fisioterapia analgésica: é utilizada para minimizar dores prolongadas e que afetam a qualidade de vida da pessoa. O fisioterapeuta pode usar técnicas como o ultrassom, o laser, o alongamento e até mesmo estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS), dependendo da doença a ser tratada.

- Cirurgia: em casos específicos, são feitos procedimentos cirúrgicos com técnicas convencionais ou minimamente invasivas. Esses casos normalmente englobam alguns tipos de dor, como a hérnia de disco e outras deformidades na coluna que, quando não solucionadas com medidas clínicas, podem ser resolvidas por meio de cirurgias indicadas pelo médico especialista.

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