Rizotomia por radiofrequência trata dores crônicas na coluna

Sentir dor incomoda bastante, não é mesmo? Imagina então quando elas se tornam crônicas! Pois é, a dor de coluna é a segunda dor sentida com mais frequência pelos brasileiros, atrás apenas da dor de cabeça. Dados apontam que 75% das pessoas vão experimentar algum “travamento” na coluna lombar ao menos uma vez na vida. Cerca de 38% pode desenvolver algum tipo de dor na coluna durante a vida.

A condição médica atrapalha bastante o dia a dia, mas, a boa notícia é que existem tratamentos satisfatórios para aqueles que já atingiram o grau mais elevado da doença. Um dos procedimentos indicados é a rizotomia por radiofrequência.

Como é realizado o tratamento?

Para cirurgias na coluna lombar, o paciente fica de bruços. Na coluna cervical, a posição pode variar de acordo com a estrutura alvo. É realizada uma sedação com medicamentos endovenosos e anestesia no local de introdução da agulha de radiofrequência nas articulações dos joelhos, quadril e facetas que são guiadas por radioscopia ou ultrassonografia.

Um eletrodo emite correntes contínuas a uma temperatura de 80°C por radiofrequência térmica. Para as articulações com componentes motores, como ombros (supraescapular e axilas) e tornozelo é utilizada radiofrequência pulsada com voltagens e temperaturas que permitem a neuromodulação das fibras nervosas. São os eletrodos que fornecem a quantidade controlada de energia necessária para a coagulação dos nervos. E é a destruição destes pequenos ramos nervosos que leva ao alívio imediato das dores.

O tratamento dói?

O método é simples, sem cortes e as agulhas são inseridas com anestesia e posicionadas com precisão com auxílio do intensificador de imagens. Durante o procedimento o paciente pode conversar com o médico e relatar qualquer desconforto. Mesmo sendo uma cirurgia minimamente invasiva, o recomendado é que a sedação seja acompanhada por um médico anestesiologista.

Para quem é indicada a rizotomia?

O tratamento minimamente invasivo é recomendado para pacientes com dores crônicas resistentes às medicações e fisioterapias, além de pessoas sem condições clínicas de ser submetidas a cirurgias de grande porte. Segundo a anestesiologista, Thatiany Torquato, também é uma alternativa para pacientes que mesmo após a cirurgia apresentam ainda dor residual.

A médica, com atuação em dor, destaca que o método é moderno e seguro. Além de tratar diversas causas de dores na coluna também pode ser utilizado para dores localizadas nas articulações como joelho, tornozelo, quadril e ombro.

Qual a duração do tratamento e como é a recuperação?

A cirurgia é rápida, com duração média de 45 minutos e a recuperação é tranquila para a maioria dos pacientes. Após se recuperar da anestesia, o paciente pode andar e ir para casa no mesmo dia. Normalmente, as atividades cotidianas são retomadas no dia seguinte. Em caso de dor ao redor do local do procedimento é preciso apenas colocar gelo e tomar um analgésico leve.

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